Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

Câmara aprova texto que libera compra de vacinas por empresas - Rádio Cidade Amiga FM

Fale conosco via Whatsapp: +55 48 3645-0577

No comando: Sábado Show

Das 07:00 às 11:00

No comando: Santa Missa

Das 08:30 às 09:30

No comando: Domingo Feliz

Das 09:30 às 12:00

No comando: O Poder Sobrenatural da Fé

Das 11:00 às 12:00

No comando: Programador 87,9 FM

Das 12:00 às 06:00

No comando: Programador 87,9 FM

Das 12:00 às 16:00

No comando: Mistura Esportiva Especial

Das 12:05 às 13:00

No comando: A Voz da Comunidade

Das 12:05 às 13:00

No comando: Giro de Notícias

Das 12:05 às 13:00

No comando: A Voz da Assembléia de Deus

Das 13:00 às 14:00

No comando: Tarde Total

Das 14:00 às 16:50

No comando: Missa da Saúde

Das 16:00 às 17:00

No comando: Balcão de Oportunidades – 2ª Edição

Das 16:50 às 17:00

No comando: Estância Sertaneja

Das 17:00 às 19:00

No comando: Santa Missa

Das 18:00 às 19:00

No comando: Programador 87,9 FM

Das 19:00 às 08:30

No comando: A Voz do Brasil

Das 19:00 às 20:00

No comando: O Poder Sobrenatural da Fé

Das 20:00 às 21:00

No comando: Cidade Sertaneja

Das 20:00 às 22:00

No comando: Cidade Sertaneja

Das 21:00 às 22:00

No comando: Bom dia Armazém

Das 06:00h às 08:00h

No comando: Balcão de Oportunidades – 1ª Edição

Das 08:00h às 08:15h

No comando: Show da Manhã

Das 08:15h às 11:30h

No comando: Mistura Esportiva

Das 11:30h às 12:00h

No comando: Benção do Meio Dia

Das 12:00h às 12:05h

Câmara aprova texto que libera compra de vacinas por empresas

A Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta terça-feira (6), o texto-base do projeto de lei que permite à iniciativa privada comprar vacinas contra a covid-19 para a imunização gratuita de seus empregados. Após a aprovação, os deputados passaram a analisar os destaques.

A principal mudança da proposta é retirar a exigência, atualmente prevista em lei, de que as empresas só possam começar a vacinação própria após a imunização dos grupos prioritários pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O texto permite a compra de imunizantes desde que aprovados pelas autoridades sanitárias estrangeiras reconhecidas e certificadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

A relatora da proposta, deputada Celina Leão (PP-DF), apresentou um substitutivo prevendo que essas compras, se feitas junto a laboratórios que já venderam vacinas ao governo federal, poderão ocorrer apenas depois do cumprimento integral do contrato e da entrega dos imunizantes ao Ministério da Saúde.

Aquele que optar por vacinar os empregados dessa forma terá de doar a mesma quantidade de vacinas ao SUS (Sistema Único de Saúde).

Outra novidade no relatório de Celina Leão é que a vacinação desses empregados deve seguir os critérios de prioridades estabelecidos no Programa Nacional de Imunizações.Quanto às pessoas jurídicas de direito privado sem fins lucrativos (associações ou sindicatos, por exemplo), a permissão vale para seus associados ou cooperados.

A deputada afirmou que o objetivo é ampliar a vacinação dos trabalhadores. Ela ressaltou ainda que as empresas só poderão comprar vacinas após a entrega das doses adquiridas pelos governos. “Hoje a lei é cínica, é inexequível, porque os privados só podem comprar depois da vacinação dos prioritários. Não é furar fila, é uma segunda fila”, disse.

Autor da proposta, o deputado Hildo Rocha (MDB-MA) afirmou que o objetivo é acelerar a vacinação em massa da população. “Esse projeto não fura fila, furar fila é colocar esses trabalhadores como grupos prioritários da fila de vacinação do SUS. Isso que as pessoas tem que compreender”, declarou.

Obstrução

A oposição obstrui os trabalhos por ser contra a compra pela iniciativa privada, argumentando que isso provocaria inversão da prioridade na comercialização dos imunizantes. Os deputados lançaram mão do chamado “kit obstrução”, que são requerimentos para adiar as fases de discussão e votação.

O deputado Henrique Fontana (PT-RS) afirma que a proposta vai estabelecer a vacinação “na base do salve-se quem puder”. “Se combate uma pandemia primeiro protegendo os setores mais vulneráveis para evitar mortes e evitar que o vírus se propague”, criticou.

Fonte: R7

PABLO VALADARES/CÂMARA DOS DEPUTADOS

Deixe seu comentário:

Curta no Facebook

Instagram

No images found!
Try some other hashtag or username